A premiação ocorreu em San Jose, na Califórnia, em um Baile de Gala que contou com presença de mais de 1.500 pessoas, entre elas os presidentes e diretores de Microsoft, Intel, Accenture, Agilent e outras empresas de importância mundial, principalmente do Vale do Silício.
O grande homenageado da noite foi Bill Gates, em função da doação de grande parte de sua fortuna para sua fundação: a Bill and Melinda Gates Foundation, que apóia projetos nas áreas de educação e saúde e já possui mais de US$ 30 billhões em doações (oriundos principalmente do próprio Gates e do seu amigo bilionário americano Warren Buffett).
Antes da premiação, Bill Gates foi ao estande da Ecovec conhecer a tecnologia M.I. Dengue. O homem que revolucionou a indústria de software se interessou fortemente pelo problema da Dengue, o comportamento do Aedes Aegypti, e a solução encontrada pela empresa mineira para monitorar o vetor.
Mais tarde, em seu discurso no Baile de Gala ao receber o prêmio especial da noite, citou o M.I. Dengue como exemplo de aplicação e afirmou, entre outras coisas, estar convencido de que “tecnologia não precisa ser complicada ou cara. Aí está a beleza desta tecnologia”.
A premiação e o encontro com Bill Gates tiveram grande repercussão na mídia e nas instituições que apoiaram a empresa como UFMG, Finep, Sebrae, CNPq e FAPEMIG. A Revista Época do dia 27 de novembro, além de contar a história de sucesso do Professor Álvaro Eiras e a tecnologia por ele desenvolvida, comentou também sobre o Instituto Inovação: “espécie de versão brasileira das empresas de venture capitalists – investidores de risco – que impulsionaram o desenvolvimento tecnológico do Vale do Silício. A diferença é que o Instituto Inovação entra com a gestão, justamente o que falta a mentes brilhantes espalhadas pelas Universidades brasileiras.”
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