Certas iniciativas voltadas para inclusão sócio-cultural, que dificilmente conseguiriam arrecadar fundos dentro dos sistemas tradicionais de financiamento, têm obtido êxito através do crowdfunding. O fenômeno, já consolidado nos EUA e em países da Europa, permite financiar, de maneira colaborativa, projetos com os quais os cidadãos se identificam.
Por meio da internet, os usuários escolhem as iniciativas que desejam apoiar financeiramente. Em troca, eles recebem recompensas, como participação em eventos. Também há casos em que a doação ocorre pela simples satisfação de colaborar com determinada causa.
Novas possibilidades
Em artigo intitulado O fenômeno do Crowdfunding: uma revolução na forma como geramos impactos positivos na sociedade, Eduardo Sangion e Felipe Matos contextualizam diferentes plataformas do gênero existentes ao redor do mundo:
O financiamento coletivo irá mudar a forma de alocarmos capital e gerarmos transformações positivas”.
Eduardo Sangion e Felipe
Matos, autores do artigo
“Da mesma forma que as redes sociais digitais mudaram a forma como alocamos tempo e compartilhamos experiências, o financiamento coletivo irá mudar a forma de alocarmos capital e gerarmos transformações positivas na sociedade”, destaca um trecho do estudo.
Os autores transitam com facilidade pelo tema. Além de avaliar o cenário atual, indicando o que já ocorre na prática, o estudo indica as vantagens da utilização de financiamentos coletivos, mostra como a colaboração com os projetos pode ser transformada em uma experiência de consumo e aponta que as ferramentas de crowdfunding têm potencial para gerar resultados ainda mais relevantes que a captação de recursos.
Autores
Sócio-fundador Grupo do Instituto Inovação, Felipe Matos liderou a consolidação do primeiro escritório internacional da Inventta, na Colômbia, e participou da construção da parceria com a NineSigma. Eduardo Sangion é diretor-executivo da Senso Incomum – primeira plataforma brasileira de crowdfunding para projetos sociais de qualquer porte.
Maria Lúcia Marco 2 julho 2011 at 22:01
Boa noite,
Conheci hoje, 2de julho, pela rádio CBN, o trabalho de vocês.
Conheço uma pessoa que gosta muito de ópera e está legendando algumas para o português (que não encontramos em dvds, só baixando em frances, ingles, italiano, espanhol ou japones!). Este trabalho exige muito conhecimento em idiomas e o tempo para executá-lo é longo. Ele teria como participar deste projeto? Para amantes de ópera, seria ótimo! Já tive acesso a algumas das óperas, já legendadas como: Cavaleria Rusticana, de Mascagni, com Plácido Domingo e Obraztsova, orquestra La Scala, Milano; direção de Zeffirelli, 1982; Il Trovatore, de Verdi, com Plácido Domingo, Cappuccilli, Kabaiwanska, Cossotto e Van Dam. Orquestra da ópera de Viena regencia de Karajan, 1978; Il Pagliacci, de Leoncavallo, com Pavarotti, Stratas e Pons, encenada no MET de New York, direção de Zeffirelli, 1994; Rigoletto, de Verdi, com Pavarotti, Wixell e Gruberova. Ponnelli; Orquestra Filarmônica de Viena, 1983.
Gostaria de um retorno para incentivar este intelectual e viabilizar a continuidade de seu trabalho.
Grata.
Lúcia Marco
Radar Inovação 3 julho 2011 at 10:55
Obrigado pelo comentário, Maria Lúcia!
Sugerimos que você entre em contato com o Eduardo Sangion, por meio do site da Senso Incomum: http://www.sensoincomum.com.br/
Aqui no Radar, apenas publicamos este artigo que o Eduardo, diretor-executivo da plataforma, desenvolveu com um colaborador da Inventta.
O senso incomum da itsNOON | Blog itsNOON 11 junho 2012 at 6:43
[...] conforme escrevi em um artigo que dividi com o Felipe Matos no início dos tempos do crowdfunding brazuca, continuo acreditando que o financiamento coletivo [...]
O senso incomum da itsNOON | Blog Senso Incomum 25 junho 2012 at 13:53
[...] conforme escrevi em um artigo que dividi com o Felipe Matos no início dos tempos do crowdfunding brazuca, continuo acreditando que o financiamento coletivo [...]